Saiba quem são os mortos em ataque a bar em Nova Iguaçu, RJ
09/02/2026
(Foto: Reprodução) Ataque a bar em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, deixa seis mortos
Entre as vítimas do ataque a tiros que deixou seis mortos em um bar de Nova Iguaçu, estão o filho do dono de um jornal da cidade e o proprietário de pontos de linha de van, apontado pela polícia como o possível alvo do crime. O dono de um salão de festas também é uma das vítimas do ataque.
A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga se o crime foi motivado por uma guerra entre milícias na região.
O caso aconteceu no Boteco do Mi, no bairro Cerâmica, na noite de domingo (8). Segundo a Polícia Militar, homens encapuzados que estavam em um carro dispararam contra os frequentadores do bar.
Homens são mortos em bar em Nova Iguaçu
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As vítimas do ataque são:
Júlio César Ornelas, 53 anos
Fagner Ribeiro de Paiva, 43 anos
Ramon Nunes Toledo, 21 anos
Lucas Omena Oliveira, 21 anos
Flávio Alves de Lemos, 58 anos
Ana Cristina dos Santos, 57 anos
Julio Cesar Ornelas é uma das vítimas do ataque ao bar em Nova Iguaçu
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Júlio César Ornelas de Lemos, segundo testemunhas ouvidas pela Polícia Civil, é filho do dono do Jornal Hora H, em Nova Iguaçu.
Ornelas foi preso e respondeu a um processo por um homicídio ocorrido em 2017, mas foi absolvido em 2020 pela 4ª Vara Criminal de Nova Iguaçu.
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Ana Cristina Santos foi baleada e levada para o hospital, mas não resistiu
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Ana Cristina Santos, de 57 anos, estava com uma amiga em um local próximo ao bar onde ocorreu o ataque quando foi atingida por disparos.
Ela chegou a ser socorrida e levada para o Hospital Geral de Nova Iguaçu, mas não resistiu aos ferimentos.
A outra mulher que a acompanhava também foi baleada, recebeu atendimento médico e já teve alta. A mulher ferida é esposa de Fagner, um dos mortos no ataque.
Já Lucas Omena Oliveira era proprietário de um salão de festas em Nova Iguaçu, segundo informou a namorada. De acordo com ela, Lucas não tinha inimigos, mas teria se envolvido em uma briga generalizada no mês passado.
Possível alvo do ataque
A Polícia Civil investiga se Fagner era o alvo da ação criminosa.
Segundo testemunhas, Fagner era dono de pontos de van de diferentes linhas que faziam o trajeto Rio- Baixada Fluminense. Ele já havia sido preso por porte ilegal de arma e por não pagamento de pensão alimentícia.
No carro de Fagner, foi encontrada uma balaclava (um tipo de capuz) preta. Segundo a polícia, Fagner estava com um coldre quando morreu, mas nenhuma arma foi encontrada.