Padrasto é preso em flagrante por agressão a bebê em Jacarepaguá
07/04/2026
(Foto: Reprodução) Padrasto é preso em flagrante por agressão a bebê em Jacarepaguá
Um homem foi preso em flagrante na manhã desta terça-feira (7) por agredir um bebê de 1 ano e 4 meses em Jacarepaguá, na Zona Sudoeste do Rio. O bebê é enteado do agressor, e está internado em estado grave no Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, na Zona Norte.
O padrasto foi autuado na 41ª DP (Recreio dos Bandeirantes). Segundo a Polícia Civil, a criança foi levada por ele à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Jacarepaguá, onde médicos identificaram sinais de maus-tratos e acionaram a polícia.
De acordo com a equipe médica, o bebê apresentava lesões pelo corpo e traumatismo craniano. Ainda segundo os profissionais de saúde, o homem alegou que a criança caiu da cama enquanto dormia.
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Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha
Divulgação
Após o atendimento inicial, o menino foi transferido em estado grave para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, onde passava por cirurgia. Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde informou que o quadro de saúde do paciente é grave.
A mãe da criança estava trabalhando em uma lanchonete no momento das agressões e não presenciou o crime.
O padrasto foi autuado com base na Lei Henry Borel, que prevê o agravamento da pena em casos de violência contra menores de 14 anos praticada no ambiente doméstico.
Enteada morre após agressão
Polícia prende padrasto por espancar menina de 1 ano na Vila Valqueire
Um outro caso de agressão a uma criança foi registrado recentemente. Maya Costa Cypriano, de 1 ano e 9 meses, morreu na última quinta-feira (2) na comunidade do Quiririm, em Vila Valqueire, na Zona Sudoeste da cidade.
O padrasto da menina, Lukas Pereira do Espírito Santo, foi preso após confessar as agressões e teve a prisão temporária convertida em preventiva nesta segunda-feira (6).
As investigações apontaram que o padrasto estava sozinho em casa com a criança e, irritado com o choro da menina, teria desferido golpes na região abdominal dela. Depois das agressões, a criança começou a passar mal, mas não recebeu socorro imediato.
Segundo a Polícia Civil, o homem se limitou a enviar uma mensagem à mãe da criança informando que ela não estava bem. A Secretaria Municipal de Saúde informou que a menina deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Madureira já em parada cardiorrespiratória e não resistiu.
O corpo da menina foi enterrado na tarde de domingo (5), no Cemitério do Caju, na Zona Portuária. O sepultamento ocorreu em meio à revolta de amigos e familiares, que pediam justiça.